Língua Portuguesa

A bondade amorosa na prática

Einar Adalsteinsson – Islândia

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Einar Adalsteinsson

A bondade amorosa não está implícita nas leituras que fazemos sobre ela; é sobretudo um ato de comunhão, uma comunicação mútua. É por isso que tenho que pedir a sua ajuda, caro leitor. Poderá descartar tudo o que eu disser, mas primeiro deixe as palavras e ideias gotejarem através da sua mente como uma chuva miudinha, ou passar através da sua consciência como uma brisa gentil num milheiral. Deixe a “quietude da natureza” reinar nos domínios internos, não afetados pelas minhas palavras e ideias. Torne isto numa meditação.

A bondade amorosa é um estado mental, contudo de modo nenhum permanente ou invariável. É uma nova corrente que flui poderosa e refrescante. Podemos sentir esta corrente dentro de nós quando estamos de bom humor, contentes, puros e quando tudo está bem. É portanto mais como uma ausência de luta externa e interna, mais do que qualquer coisa que se deva adquirir. Está efetivamente sempre lá.

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Os elefantes estão aqui!

Jan Nicolaas Kind – Brasil

Renovando a sede da Sociedade Teosófica


Os elefantes

É com muito prazer que quero partilhar convosco que foi criada uma nova página de internet dedicada especificamente à renovação dos edifícios históricos da sede da Sociedade Teosófica de Adyar e que tem o nome de “Os Elefantes”.

Porquê “Os Elefantes?”

Sendo um símbolo de força, o elefante inspira-nos a ser fortes e pacientes ao mesmo tempo. Baseia-se no pensamento consciente e na paciência para ir de encontro às suas necessidades.

O elefante é admirado pelo seu tamanho, longevidade, faculdades mentais, espírito cooperativo e lealdade.

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O princípio e não a pessoa

John Algeo – EUA

A Teosofia não é uma mera coleção de abstrações intelectuais. É uma receita para a vida. Cada ideia teosófica implica uma forma de ação teosófica. Se pensarmos em alguns dos conceitos teosóficos básicos, as suas aplicações práticas são óbvias.

Por exemplo, se aceitarmos a reincarnação, não devemos ter preconceitos sobre outras culturas, nações ou em relação ao género, porque no passado nascemos noutras culturas, nações e com outro sexo, e assim acontecerá novamente no futuro. Da mesma forma, se aceitarmos o karma, não devemos nunca conscientemente magoar os outros, porque toda a ação que empreendemos retorna para nós de modo similar. Obviamente que a mentalidade aberta e o não fazer mal aos outros são recomendados por sistemas éticos em todo o mundo, mas a Teosofia fornece uma base racional para praticar essas virtudes.

Para além destas ligações óbvias entre ideias e ações, existem outras mais subtis. A distinção teosófica entre as nossas individualidades e as nossas personalidades implica que devemos responder a nós e aos outros como indivíduos espirituais e não como pessoas materiais. Como pessoas materiais, todos nós cometemos erros, mas focar-se em erros pessoais – nossos ou dos outros – não os corrige, mas apenas intensifica a sua energia e a sua nocividade potencial. Ao invés, quando reconhecemos erros pessoais – em nós ou nos outros – a nossa resposta deve ser positiva, com o foco num princípio espiritual que contraria a falha material.

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H.P.B. Mensageira da Luz

Ianthe Hoskins – Inglaterra


A autora e Colin Price

Pouco mais se pode acrescentar às palestras evocativas, relatos biográficos e tributos literários que têm procurado honrar o Centenário do falecimento de Helena Petrovna Blavatsky, cofundadora da Sociedade Teosófica. Mas para a ocasião não passar para a corrente da história teosófica sem ter efeito no presente, temos de libertar da avaliação do passado o dinamismo latente do seu tema central – uma vida terminada, um trabalho iniciado.

Um trabalho iniciado para ser continuado, tal como tinham em mente, sem exceção, os seus amigos e companheiros dos últimos anos, enquanto escreviam tributos pessoais à instrutora cuja presença física havia desaparecido de perto de si.

O nosso dever é claro. Temos de continuar o trabalho que H.P.B. tão nobremente começou.
O trabalho a que ela deu a sua própria vida é agora nosso para dar continuidade. É por atos e não por palavras que fará florescer a sua vida e frutificar nos seus discípulos. Ela deixou-nos a responsabilidade de manter o elo intacto, de dar a outros o auxílio que ela de modo tão incondicional deu a nós próprios. Mãos à obra, Irmãos, porque o tempo é escasso e a tarefa hercúlea, e o monumento mais nobre à nossa Instrutora será o do crescimento e o da disseminação da luz que ela trouxe ao mundo.

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A morte coloca a vida em evidência

Betty Bland – EUA

[Este artigo foi anteriormente publicado na edição de Junho de 2015 de TheoSophia, a revista oficial da Sociedade Teosófica na Nova Zelândia]


Betty Bland foi a anterior Presidente da Sociedade Teosófica na América e presentemente pertence à Direção da Ordem Teosófica de Serviço e ao Theosophical Book Gift Institute. Trabalhadora ativa da Sociedade desde que a ela se juntou em 1970, a sua enfâse continua a ser as aplicações práticas dos princípios teosóficos.

Porque ficamos tão fascinados pelas Experiências de Quase-Morte (EQM)? Certamente são uma curiosidade e algo para além da experiência normal, mas parecem ser mais do que isso. As experiências fora-do-corpo, as premonições e outras experiências psíquicas são numerosas mas não têm a notoriedade das EQM. Não existem tantos best-sellers ou palestras em relação aos outros tipos de fenómeno. A morte, contudo, parece nos chamar a atenção porque todos estamos encaminhados nessa direção. Além disso, embora os relatos de EQM sejam tão variados nos detalhes que impedem que tenhamos uma imagem clara, a EQM dá pistas importantes para as questões básicas da vida. Porque estou aqui? Qual é o meu propósito? Estou condenado pelos erros do passado? Perdi definitivamente aqueles de que gosto?

A nossa relação com a morte define o sentido da vida. Se não há uma existência para lá da sepultura, então ficamos tentados a “comer, beber e viver alegremente.” Mas se a nossa consciência continua existindo mesmo sem o corpo físico, então podemos enfrentar consequências importantes para além desta jornada terrena. As tradições religiosas podem prometer-nos qualquer coisa desde uma viagem ao paraíso celestial, até sermos atirados para os lagos de fogo do inferno para toda a eternidade. As implicações da nossa morte podem elevar-nos ou devotar-nos ao desespero.

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