Língua Portuguesa

Karma como um hábito da natureza

Boris de Zirkoff – EUA

THEOSOPHIA
A Living Philosophy For Humanity
Volume XXXVII
No. 3 (165) - Winter 1980-1981

[Cover photo: Klingenstock seen from Stoos (Schwyz), Switzerland.]

O karma humano nasce dentro do próprio homem, somos seus criadores e geradores, e sofremos  ou somos purificados por ele através de nossa própria ação precedente. Mas o que é esse hábito em si mesmo ... esse arraigado hábito primordial da natureza, que a faz reagir a uma causa estimulante? O que é esse hábito em si mesmo?

Em todas essas coisas, a chave para a compreensão dos Ensinamentos é a analogia. Lembre-se de que há em toda a Natureza uma concatenação ou cadeia de causas, de modo que cada plano reflete todos os outros planos; onde  o pequeno é uma parte do grande, e o grande em essência manifesta apenas uma réplica do que o pequeno manifesta em seu próprio plano.

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Mini entrevista – Enrico Stagni

1. Qual é o seu nome, de onde você é e há quanto tempo é membro da ST?

Meu nome é Enrico Stagni, eu moro em uma pequena vila na província de Vicenza, no norte da Itália, não muito longe de Veneza. Afiliei-me à Sociedade Teosófica Italiana em 25 de dezembro de 2009, por isso sou membro da Seção Italiana há quase sete anos.

2. Você está ativo na sua Loja / Seção e, em caso afirmativo, o que você faz?

Sou Presidente da Loja Vicenza há quatro anos. Vicenza é atualmente o maior grupo na Itália com seus 48 membros, com muitas atividades em curso e que constantemente precisam de atenção. Além disso, a Secretaria-Geral da Sociedade Teosófica Italiana e a Editora Teosófica Italiana têm a sua sede nesta cidade. Não é necessário dizer que há muito a fazer em qualquer nível e estou muitas vezes envolvido em muitas atividades, oferecendo a minha contribuição pessoal sempre que for necessário. Tenho traduzido alguns livros da literatura teosófica clássica (por exemplo, Os Sete Princípios do Homem de Annie Besant), bem como vários artigos para a nossa Rivista Italiana di Teosofia, publicada mensalmente (Italian Review of Theosophy). Faço parte da equipe que trabalha regularmente na tradução de artigos para a seção Língua Italiana do Theosophy Forward. Eu também atuei como intérprete italiano para os conferencistas internacionais que participaram de nossas convenções nacionais e internacionais nos últimos anos.

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Mini entrevista – Maryanne Zarycka

1. Qual é o seu nome, de onde você é e há quanto tempo é membro da ST?

Meu nome é Maryanne Zarycka. Nasci em  Burbank, Califórnia, e me mudei para Paso Robles, Califórnia, em 1981. Ingressei na ST em dezembro de 2015. Estudei e explorei diferentes religiões, ciências religiosas, metafísica, crenças variadas durante 30 anos e fui membro da Central Coast Center for Spiritual Living  por 10 anos. Sempre tive um profundo desejo  de buscar a verdade e encontrar respostas sobre a criação, o propósito, o carma, a reencarnação e a minha parte nisto.

2. Você está ativo na sua Loja / Seção e, em caso afirmativo, o que você faz?

A Loja mais próxima para mim está a cerca de duas horas de carro para o sul, por isso atualmente não sou membro de uma Loja, no entanto, a Loja Memphis, onde reside minha Mentora,  me adotou como membro até que eu pudesse encontrar uma base.

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Sobre novas iniciativas, mudanças, substituições e crescimento adicional

Jan Nicolaas Kind – Brasil

 

The Society Editorial 2

 

Novas iniciativas são sempre bem-vindas porque novos desafios oferecem a possibilidade de ir mais fundo, de investigar e de renovar. Nem tudo aquilo que arranca como “algo novo” irá em última instância acabar por ter sucesso, muitas vezes é exatamente ao contrário, mas devemos sempre tentar e perseguir a renovação e a inovação. Em maio último, quando a cobertura do Adyar Theater colapsou, foi um enorme revés, não apenas para a equipa liderada pelo Presidente Internacional Tim Boyd, mas também para todos os membros. Ao mesmo tempo, este infeliz incidente também ofereceu novas possibilidades de trabalhar mais e de fazer melhor, para o qual (e isto é óbvio) coragem plena é necessária. 

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Uma união de todos os que amam, ao serviço a todos os que sofrem

Nancy Secrest-EUA

Theosophy Nancy Secrest 2
Compaixão – Não existe “o outro” neste mundo; somos todos um

Quando falei com Joy Mills há alguns anos, dizia ela que o foco da nossa existência como seres humanos é a autorrealização – descobrir quem nós realmente somos. É isso que é suposto fazermos aqui. Isto, disse ela, é o ponto central de As Cartas dos Mahatmas.

À medida que avançamos no caminho da autorrealização, acabamos por despertar ou pelo menos ficar conscientes da nossa natureza búdica. Com este despertar ou consciência, a compaixão baseada num sentido de responsabilidade para com todos os seres torna-se numa força condutora das nossas vidas e agimos como os bodhisattvas, por e pelo bem de todos. Em Teosofia, o termo “bodhisattva” é utilizado para se referir a um indivíduo que atingiu a iluminação e que pode passar para além da “roda do renascimento”, mas que decide reencarnar para o bem de todos.” (Theosophical Encyclopedia, p.110, TPH, Filipinas, 2006). Por outras palavras, um bodhisattva sacrifica a sua recompensa de transição para o nirvana para ajudar outros seres sencientes até todos atingirem a iluminação.

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